quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Tudo e nada.

Tudo era assim,
Intenso, forte e misterioso.
Nada igual nem comparável a tudo que conhecia.
Tinha sim suas dúvidas, medo, neuras e inseguranças...
Mas quem não tem?
Tudo fazia parte de alguma coisa onde ninguém sabia onde ia dar, mas nem por isso deixava de ser algo em que queria tirar o melhor proveito possível.
Nada podia se perder, cada detalhe era analizado e aproveitado,
Seja ele bom ou nem tanto assim

Tudo nele era impecável.
Sua pele, pelos, olhos.
Eram como se fossem únicos daquele jeito, e sinceros como nada mais naquele momento.
Sinceridade com um ar de mistério,
Tudo que ela queria.
Nada ultimamente tinha a graça como o momento do encontro,
Dos olhos, bocas e corpos.
Era indescritível toda aquela troca, muitas vezes somente no silêncio,
Mas no silêncio também se diz e se descobre muita coisa

Seu corpo era transparente,
E como uma casa quente e aconchegante,
A qual encontrava abrigo e alegria.
E sempre uma vontade de voltar,
Pra fazer do nada um tudo.



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